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POLÍTICA

Rogério Marinho projeta vitória de Álvaro Dias e crescimento histórico do PL no RN

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O presidente estadual do PL e senador Rogério Marinho demonstrou confiança absoluta no crescimento da legenda e na vitória da chapa majoritária do partido — formada por Álvaro Dias e Babá Pereira para governador e vice-governador do Rio Grande do Norte — após a convenção realizada no último domingo (26). Com mais de quatro décadas de vida pública e participação em mais de 20 eleições, ele avalia que o evento foi o maior já realizado no Estado: “Nunca vi uma convenção desse tamanho, com essa energia, com pessoas que vieram de todos os rincões do RN”.

Para Rogério, a candidatura ao governo é “muito competitiva e será vitoriosa”, independentemente do impacto da polarização nacional. Ele criticou duramente a gestão atual, classificando os últimos sete anos e meio de administração petista como um “desastre administrativo”, com o Estado ocupando as últimas posições em indicadores de educação, segurança e equilíbrio fiscal: “É como se uma praga de gafanhotos houvesse abatido sobre o RN. O povo não aguenta mais desgoverno, atraso e zombaria. A missão agora é clara: varrer o PT do Estado e do Brasil”.

O senador também destacou a importância da eleição do Coronel Hélio (PL) para o Senado e da reeleição de Styvenson Valentim (Podemos), defendendo uma bancada forte de direita para garantir equilíbrio democrático no país. Na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, a expectativa é eleger a maior bancada da história do partido no RN — pelo menos três ou quatro deputados federais — consolidando o PL como a principal força política local, já detentor de oito mandatos estaduais, três federais, dezenas de prefeituras e centenas de vereadores. “Nossa chapa é a mais equilibrada, com nomes provados e testados, e nossas pesquisas internas confirmam esse crescimento”, reforçou.

No cenário nacional, como secretário-geral do PL, Rogério Marinho informou que a legenda lançará candidaturas próprias em 21 estados ao lado de aliados — um salto em relação às dez disputas que contou em 2022. “Apesar da pressão do governo federal sobre partidos que ocupam cargos e ministérios, a tendência é de ampliação da nossa base”, explicou. Sobre a vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro, adiantou que deverá ser uma mulher escolhida para agregar ainda mais força à campanha.

Ele também criticou o uso eleitoral de recursos públicos pelo governo federal, comparando os quase R$ 300 bilhões anunciados em medidas como crédito subsidiado, alterações no Minha Casa, Minha Vida e programas sociais aos cerca de R$ 70 bilhões gastos durante a pandemia na gestão Bolsonaro: “Na época chamaram de estelionato eleitoral; agora ninguém fala nada”.

Fonte: Tribuna do Norte | Foto: Reprodução do Instagram

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